Cognição social
Leitura de contexto, emoções, intenções e regras implícitas.
Relacionamentos interpessoais
A investigação pode examinar comunicação, reciprocidade, confiança, limites, empatia, intimidade e modos recorrentes de lidar com conflitos e separações.
Atendimento exclusivamente on-line para todo o Brasil.
Compreender antes de concluir
Algumas pessoas desejam proximidade, mas se afastam diante da intimidade. Outras vivem relações intensas e instáveis, temem abandono, desconfiam excessivamente ou têm dificuldade para reconhecer limites próprios e alheios.
Esses padrões podem se relacionar a personalidade, regulação emocional, cognição social, história de vínculos, neurodesenvolvimento e condições emocionais.
Quando investigar
Sinais isolados não fecham diagnóstico. A frequência, a intensidade, o início e o impacto na vida cotidiana ajudam a definir o que precisa ser investigado.
Na avaliação
A bateria é individualizada conforme a história, a demanda e as hipóteses clínicas do caso.
Leitura de contexto, emoções, intenções e regras implícitas.
Padrões de proximidade, confiança, controle, dependência ou evitação.
Resposta a conflitos, frustrações, rejeição e separação.
Reciprocidade, consideração do outro e manutenção de vínculos.
Diagnóstico diferencial
Dificuldades relacionais podem ocorrer em transtornos de personalidade, autismo, TDAH, trauma, ansiedade, depressão e em padrões aprendidos ao longo da vida.
A avaliação procura identificar regularidades e fatores associados, preservando a complexidade das relações e evitando explicações simplistas.
Como funciona
O processo integra entrevista clínica, aplicação individualizada, análise dos dados, devolutiva e laudo neuropsicológico com recomendações pertinentes.
Próximo passo
A equipe pode esclarecer o processo e orientar sobre o agendamento da primeira sessão.