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Transtornos de personalidade

Quando padrões de personalidade passam a limitar a vida.

A avaliação investiga padrões persistentes de perceber, sentir, pensar e agir — e como eles repercutem na identidade, nas emoções, nas escolhas e nos vínculos.

Atendimento exclusivamente on-line para todo o Brasil.

Compreender antes de concluir

Traço de personalidade não é sinônimo de transtorno.

Todas as pessoas apresentam traços de personalidade. Eles se tornam clinicamente relevantes quando são rígidos, pouco adaptativos, persistentes e associados a sofrimento ou prejuízo em diferentes áreas da vida.

A investigação não busca encaixar a pessoa em um rótulo. Ela descreve padrões, intensidade, funcionamento e contexto, considerando modelos categoriais e dimensionais quando pertinentes.

Quando investigar

Padrões que se repetem apesar das consequências.

Sinais isolados não fecham diagnóstico. A frequência, a intensidade, o início e o impacto na vida cotidiana ajudam a definir o que precisa ser investigado.

Na avaliação

Personalidade em funcionamento.

A bateria é individualizada conforme a história, a demanda e as hipóteses clínicas do caso.

01

Identidade

Continuidade do autoconceito, autoestima, valores e direção pessoal.

02

Traços e padrões

Afetividade, retraimento, antagonismo, desinibição, rigidez e outros traços relevantes.

03

Regulação emocional

Intensidade, impulsividade, tolerância ao desconforto e recuperação.

04

Funcionamento interpessoal

Empatia, intimidade, reciprocidade, confiança, limites e conflitos.

Diagnóstico diferencial

Personalidade, trauma, humor e neurodesenvolvimento podem se sobrepor.

Padrões semelhantes podem aparecer em transtornos do humor, trauma, TDAH, autismo, uso de substâncias e situações relacionais ou ambientais específicas.

O diagnóstico exige estabilidade do padrão ao longo do tempo, presença em diferentes contextos e exclusão de explicações mais adequadas.

O resultado pode identificar traços proeminentes e dificuldades de funcionamento sem necessariamente confirmar um transtorno de personalidade.

Como funciona

Sete sessões, da entrevista à devolutiva.

O processo integra entrevista clínica, aplicação individualizada, análise dos dados, devolutiva e laudo neuropsicológico com recomendações pertinentes.

Conhecer todas as etapas

Próximo passo

Quer entender se a avaliação é indicada?

A equipe pode esclarecer o processo e orientar sobre o agendamento da primeira sessão.