Reduzir o custo
Realizar tarefas importantes com menos esforço cognitivo, menos sobrecarga e menos fadiga ao fim do dia.
Descobrir se preciso de avaliação neuropsicológicaReabilitação Neuropsicológica 100% on-line
Um processo individualizado para transformar dificuldades de atenção, memória, planejamento e autorregulação em metas concretas, estratégias treináveis e mais autonomia na vida cotidiana.
Atendimento exclusivamente on-line · Indicação e adequação da modalidade analisadas individualmente

Dr. Mário Neto, PhDPsicólogo e Neuropsicólogo · CRP 11/22868
Do laudo à vida prática
Reabilitação Neuropsicológica é uma intervenção voltada às consequências práticas das dificuldades cognitivas. Ela começa pelo que a pessoa precisa voltar a fazer, fazer com menos esforço ou fazer com maior independência.
O objetivo não é “melhorar a memória” em abstrato, mas reduzir esquecimentos em situações definidas. Não é “ter mais foco” de forma genérica, mas conseguir concluir uma tarefa importante com menos trocas de tela, interrupções e retomadas.

Organizar o ambiente, externalizar informações e treinar novas rotas reduz o esforço e aproxima a pessoa de suas metas funcionais.
Realizar tarefas importantes com menos esforço cognitivo, menos sobrecarga e menos fadiga ao fim do dia.
Reduzir esquecimentos, interrupções, retrabalho e o tempo perdido para retomar ou reorganizar atividades.
Voltar a conduzir situações concretas da rotina com estratégias compatíveis com o próprio funcionamento.
Muitas estratégias não aumentam a capacidade cognitiva. Elas liberam a capacidade já disponível, hoje ocupada por interferências, esforço desnecessário e informação que pode ser registrada fora da cabeça.
Para quem se indica
A indicação depende da repercussão das dificuldades, das metas da pessoa, das funções preservadas e das condições para aplicar estratégias entre os encontros.
TDAH, autismo e transtornos específicos de aprendizagem com impacto na organização, nos estudos, no trabalho ou na rotina.
Traumatismo cranioencefálico, acidente vascular cerebral, epilepsia, esclerose múltipla e outros quadros com repercussão cognitiva.
Comprometimento cognitivo leve e quadros neurocognitivos iniciais, com foco em segurança, preservação funcional e autonomia.
Ansiedade, depressão e outros quadros em que atenção, memória, planejamento ou autorregulação ficam prejudicados.
Nem todo caso é adequado ao formato on-line. Condições clínicas, neurológicas, sensoriais, tecnológicas e ambientais são verificadas antes da definição do programa.
Expectativas responsáveis
Alinhar expectativas faz parte do tratamento. Os ganhos dependem da especificidade das metas, da prática entre as sessões, do contexto clínico e da consistência ao longo do tempo.
Quatro rotas de intervenção
As rotas são combinadas em proporções diferentes conforme o perfil cognitivo, a meta, o contexto e a resposta observada ao longo do acompanhamento.
Estimular diretamente uma função com prática progressiva, quando o treino específico é pertinente ao perfil e à meta.
Alcançar o mesmo objetivo por outra rota, utilizando funções preservadas, pistas, agendas, alarmes e checklists.
Modificar o ambiente físico e digital para reduzir interferências, decisões repetidas e demandas cognitivas desnecessárias.
Entender o próprio funcionamento, reduzir a autocrítica e construir orientações úteis para a pessoa e sua rede de apoio.
Compensar não é desistir de restaurar. É reconhecer que a autonomia importa mais do que o caminho pelo qual ela é alcançada.
Como funciona
As etapas se sobrepõem. Metas e estratégias são revistas conforme o que acontece na rotina, porque uma dificuldade de aplicação também é informação clínica relevante.
Integrar o perfil cognitivo, as queixas e as situações concretas de prejuízo.
Escolher duas ou três metas funcionais que façam diferença real na rotina.
Aprender e praticar estratégias nas próprias tarefas, com dificuldade progressiva.
Levar o que foi treinado para a semana e registrar o que facilitou ou atrapalhou.
Ajustar, ampliar ou substituir a estratégia a partir dos resultados observados.
Entre a sessão e a rotina
Na sessão, definimos a estratégia, praticamos seu uso e antecipamos barreiras. Entre os encontros, você aplica o combinado em uma situação específica e registra o que facilitou, o que atrapalhou e qual foi o efeito.
Metas observáveisComportamentos que você consegue reconhecer e verificar.
Uma mudança por vezMenos estratégias simultâneas e maior chance de continuidade.
Revisão sem julgamentoO que não funcionou ajuda a ajustar o plano.
Rede de apoio, quando útilParticipação combinada, limitada e sempre autorizada.
Perguntas frequentes
A reabilitação precisa partir de uma compreensão suficientemente clara das funções preservadas, das dificuldades e de suas repercussões. Um laudo neuropsicológico pode oferecer esse mapa, mesmo quando não confirma um diagnóstico. Se ele ainda não existe ou não responde às perguntas atuais, a necessidade de avaliação é discutida antes de definir o programa.
Pode ser. O que orienta a intervenção é o perfil de funcionamento e o prejuízo observado na vida cotidiana, não apenas o nome de um diagnóstico. A indicação é analisada individualmente.
As sessões são realizadas por videochamada. Estratégias são ensinadas, praticadas e adaptadas às tarefas reais da pessoa, com aplicação entre os encontros. Antes de iniciar, verifico se a modalidade remota é adequada às condições clínicas, tecnológicas e ambientais do caso.
Não há um número único. A duração depende das metas, do perfil cognitivo, da complexidade das dificuldades, da prática entre os encontros e da resposta às estratégias. O progresso é revisto periodicamente para decidir se o plano deve continuar, mudar de foco ou ser encerrado.
Exercícios específicos podem ser usados quando fazem sentido, mas não constituem o centro do processo. O foco é a transferência para situações reais: lembrar uma medicação, concluir uma tarefa, estudar com menos interrupções ou organizar uma sequência de trabalho.
Quando isso é clinicamente pertinente, uma pessoa da rede de apoio pode participar de parte do processo, sempre com autorização do paciente e com objetivos e limites previamente combinados.
Não. Ela pode integrar um cuidado multiprofissional, mas não substitui acompanhamento médico, psicoterapia, fisioterapia, terapia ocupacional ou outros tratamentos indicados para o caso.
Próximo passo
Conte brevemente qual é a dificuldade, se já existe uma avaliação ou laudo e em quais situações da rotina o problema mais interfere. A partir disso, podemos orientar o passo inicial.
Avaliações na Doctoralia
Passar pela avaliação com o Dr. Mário foi muito significativo para mim. Durante muito tempo enfrentei dificuldades sem entender exatamente o motivo, e esse processo trouxe mais clareza sobre questões relacionadas ao TDAH e ao Autismo. Fui acolhido com respeito, atenção e profissionalismo. Recomendo muito o trabalho dele.
Um profissional muito competente e preparado. Durante os atendimentos, demonstra bastante conhecimento e conduz cada momento com atenção e sensibilidade. O que mais valorizo é a forma respeitosa como considera o tempo de cada paciente, sem deixar de incentivar mudanças e evolução ao longo do processo. Me senti muito bem acolhido e seguro durante os atendimentos. É um trabalho sério, cuidadoso e que faz diferença. Recomendo o Mario para quem busca um profissional qualificado e atencioso.
Tive uma experiência muito positiva com o atendimento. Desde o primeiro contato, me senti acolhida e à vontade para falar com tranquilidade. A escuta foi cuidadosa, sem julgamentos, e isso fez muita diferença no processo. É um profissional atencioso, ético e muito preparado, que conduz as sessões com respeito e sensibilidade. Recomendo para quem busca um espaço seguro para se conhecer melhor e cuidar das próprias questões emocionais.